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sexta-feira, 10 de maio de 2013

O HOMEM POR TRÁS DA MÁSCARA



O Homem Por Trás Da Máscara

Christine Rimmer



Após ter o rosto desfigurado devido a uma tentativa de assassinato, um véu de sombra cai sobre as faces do príncipe Valbrand, e ele passa a usar uma máscara. Porém, bastou olhar a encantadora Dulcie Samples para a luz voltar ao semblante de um homem marcado pelo desejo de vingança.
Mas será que Dulcie seria capaz de enxergar mais do que um rosto desfigurado?
Ela estava certa disso, e também de que o mascarado era o homem de sua vida. Só que antes tinha de convencê-lo que possuía a chave para seu reino e, acima de tudo, para seu coração.




UM HOMEM SELVAGEM






NINGUÉM VAI CONSEGUIR LAÇAR ESSE HOMEM!

Ele é rústico e indomável. Bad Billy Jones tem duas regras quando se trata de mulheres: nem sinos de casamento, nem crianças. Porém ele vai ter de ceder um pouco... pois o pacote de energia em sua porta parece ser inegavelmente um Jones. E o menino está com a mulher mais intrigante que Billy já viu. Não que Prudence Wilding fosse o tipo dele, claro. Mas se ele quiser conhecer o filho, precisa jogar pelas regras dela. Por enquanto, em troca das lições sobre paternidade, ele ficaria feliz em partilhar com ela algumas de suas habilidades..

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O BRAVO BILIONÁRIO


O Bravo Bilionário





O homem que tinha tudo... ou quase tudo Jonas tinha tudo que o dinheiro podia comprar.

Afinal, era um jovem muito rico!
Mas, atrás da opulência de sua vida, escondia-se uma tragédia...
Ainda menino, conhecera a dor da perda quando seu irmão de três meses foi seqüestrado. Conhecera a solidão, o medo.
E, como resultado, tornou-se uma pessoa fria, desconfiada, prepotente...
Até encontrar duas mulheres que mostraram um novo caminho da felicidade.
A primeira era uma garotinha de dois anos chamada Mandy, sua irmã adotiva, por quem ele seria capaz de fazer qualquer coisa.
E a segunda, a adorável Emma Hewitt, que o fazia acreditar que um dia teria de volta o bem precioso que perdera numa longínqua noite de inverno.

Capítulo Um

Jonas Bravo não gostava de esperar.
Não era que não soubesse.
Sabia, até era muito bom nisso, quando achava que a espera valia a pena, que resultaria em um investimento que lhe daria um gordo retorno financeiro, ou se transformaria em um ótimo contrato.
Sabia esperar e já esperara muito em sua vida.
Mas recusava-se a ficar esperando desnecessariamente, quando, em sua opinião, isso não levaria a nada.
Quem fazia Jonas esperar desnecessariamente, fazia uma vez só, porque o Bravo Bilionário tinha suas maneiras de demonstrar desagrado.
Podia fazer isso com um olhar, com uma certa expressão fria, um olhar e uma expressão que levavam o objeto de seu desagrado a imaginar que tipo de coisa pavorosa, louca, ele poderia fazer, se perdesse a calma.
Todos conheciam histórias a respeito de Jonas, sabiam das situações pelas quais, no tempo de sua infância, ele e sua família haviam passado.
Também sabiam das atitudes ousadas que ele tivera de tomar nos primeiros anos de sua vida adulta. Por isso, acautelavam-se.
E nunca o desagradavam. Parecia que a recepcionista da firma de advocacia McAllister, Quinn e Associados recebera instruções de não fazer Jonas esperar.
Jovem, impecavelmente arrumada e, como não podia deixar de ser, bonita, a moça ergueu os olhos do que lia, quando ele saiu do elevador, cerca de dez metros de distância de sua mesa.
Seus olhos incrivelmente azuis alargaram-se, enquanto ela o observava atravessar o saguão com piso de parquete, onde espalhavam-se valiosos tapetes orientais.
— Por favor, Sr. Bravo, acompanhe-me — ela murmurou, levantando-se rapidamente. — O Dr. McAllister está a sua espera. Caminhou para uma porta dupla, rebuscadamente entalhada, e abriu-a.
Jonas fez um breve gesto de cabeça e entrou, caminhando pelo largo corredor de paredes apaineladas em direção ao escritório de Ambrose McAllister.
A recepcionista seguiu-o, apressada.
— Sr. Bravo... hã... o Dr. McAllister pediu-me para mostrar-lhe o... Jonas estacou olhando abruptamente para trás.
— Eu sei o caminho.
— Bem, claro... Como quiser, senhor.