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sábado, 4 de outubro de 2014

O CAVALEIRO DAS CRUZADAS

Ana Seymour
O Cavaleiro das Cruzadas

Quando Nicholas Hendry retornou são e salvo das Cruzadas, jurou que nunca mais iria namorar todas as moças do condado. Mas não contava com os encantos da filha do taberneiro Beatrice Thibault. Beatrice ocupava seus dias entre o árduo trabalho de casa e os cuidados com o sobrinho, de quem cuidava desde que ele nascera. Mas era independente e arredia demais, e seria difícil Nick tê-la em seus braços para apenas uns poucos momentos de prazer. Nick então se lembrou que juramentos precisam ser cumpridos...

CAPÍTULO 1



_Será impossível permanecer sentado no cavalo se continuar be¬bendo assim - disse Gervase de Palgrave, afastando a garrafa que a garçonete sorridente lhe oferecia.
O outro cavaleiro esparramado na cadeira a sua frente, franziu as sobrancelhas, piscou de modo exagerado e impediu que a jovem a seu lado se afastasse, segurando seu braço com mão firme. A garrafa de bebida espatifou-se no chão.
_Em nome de todos os santos, Nick, você está bêbado como um gambá! - exclamou Gervase, dando um pulo da banqueta na qual se sentava e passando as mãos nas pernas, onde o líquido respingara nas roupas. - Vou ficar cheirando como uma adega.
O companheiro permaneceu sentado, mas lançou um olhar de remorso para a jovem que os servira, mur¬murando com delicadeza, e temperando as desculpas com um sorriso:
_Lamento muito pelo estrago, minha querida. Não foi de propósito.
Como por encanto, toda a zanga que a moça sentia desapareceu do rosto redondo.
_Foi um acidente, meu senhor - respondeu, o olhar fixo no belo cavaleiro.
Mesmo após o cansaço de muitas semanas de viagem, as feições másculas de Nicholas de Hendry faziam com que todos o olhassem com admiração.
Enquanto a moça retirava a jarra molhada às pressas, e limpava o liquido derramado com a própria saia, Ger¬vase voltou a sentar-se, resmungando com desagrado.
_O que há com você, meu amigo? Falta pouco para chegarmos a Hendry Hall, entretanto insiste em ficar aqui, nesta estalagem, como um coelho assustado na toca. Não está ansioso para rever sua família?
Os dois cavaleiros eram os únicos clientes na pe¬quena estalagem que, na realidade, não passava de uma cervejaria, em nada comparável com o estabele-cimentos grandes e animados que haviam visitado na longa viagem de volta à casa.
Nicholas fincou os cotovelos sobre a mesa, e ficou olhando para o fundo do copo que tinha à frente. Depois de uma longa pausa, suspirou, murmurando, sem er-guer o olhar:
_É verdade...
Gervase pareceu contente por convencer o companheiro.
_Então, vamos embora, homem! Garanto que de¬vem existir algumas damas ansiosas para rever seu rosto feio quando voltar para casa. - Com o canto do olho observou a jovem que os atendera e que não pa¬rava de encarar Nicholas. - Aliás, não precisa nem voltar para encontrar as que o admiram.
Nicholas tornou a sorrir para a jovem que ficou ver¬melha como um pimentão. Mexendo-se sem parar, ner¬vosa e desengonçada, ela ficou segurando com força a garrafa de bebida em uma das mãos e a barra do ves¬tido ensopado na outra.
_Será que os cavalheiros.., meus senhores... gos¬tariam de mais cerveja?
Nicholas deu um suspiro, arrastando um banco para longe da mesa, com um certo esforço.
_Não, minha querida. Meu amigo tem razão. Já é mais do que tempo de voltar para casa. - Levan¬tou-se, encarando o companheiro. - Aceitará a hos-pitalidade de Hendry Hall esta noite antes de prosse¬guir viagem, Gervase?
O outro rapaz inclinou a cabeça, concordando.
_Gostaria muito de conhecer seu pai. Vai se sentir orgulhoso de dar as boas-vindas para o filho herói.
Nicholas riu sem alegria.
_Quer dizer que o fato de termos sobrevivido na guerra nos transforma em heróis?
Gervase pegou as luvas que deixara sobre a mesa e levantou-se também, comentando:
_Todos os cruzados que retornam aos lares são heróis, Nick.
_Não vencemos nada de concreto, nada realizamos, somente enviamos alguns pobres pagãos a seus infer¬nos pagãos. Mas, assim agindo, servimos ao Cristia¬nismo e continuamos vivendo para contar a história. Sim, talvez você tenha razão, Gervase. Isso deve bastar para deixar meu pai orgulhoso e, assim sendo, não sei quem ficará mais atônito, ele ou eu.
Os dois cavaleiros dirigiam-se para a porta da es¬talagem, Nicholas um tanto cambaleante, procurando recuperar o equilíbrio.
Gervase amparou o amigo, passando uma mão por baixo do cotovelo de Nicholas, e perguntando:
_Por que seu pai ficaria atônito? Como não ficar orgulhoso de um filho como você? Cavaleiro soberbo, soldado invencível com uma espada na mão, raciocínio rápido, sem mencionar a aparência que fez inúmeros corações de donzelas se derreterem no caminho entre a Inglaterra e a Sicília.
_Aí está o problema, para ser exato, meu amigo. Meu pai sempre se aborreceu com o fato de o filho negligenciar os primeiros atributos que você mencio-nou, a favor do último.
_Ele desaprova que você seja um conquistador de belas mulheres?
Nicholas semicerrou os olhos ao deparar-se com a luz forte do sol.
_É um sentimento que oscila entre desaprovação e desgosto, creio. Sempre se queixou de que causei problemas com meus relacionamentos irresponsáveis.
Gervase observou Nicholas. Era um cavaleiro alto, magro e louro, apenas alguns anos mais velho que Nicholas, porém a expressão de seu rosto era muito mais ingênua e jovial. Os olhos azuis eram claros e inocentes. Acabou perguntando, em tom bastante curioso:
_Então, teve muitas mulheres em seus braços?
_Sim, muitas.
Estavam quase alcançando os cavalos, quando a jo¬vem que os tinha servido na hospedaria veio correndo, porta afora, chamando-os:
_Desculpem, senhores.
Ambos voltaram-se para ela, e Gervase perguntou:
_O que foi, menina?
Sem despregar o olhar de Nicholas outra vez, a jovem ficou esfregando os pés no chão, demostrando, de modo claro, o embaraço pelo que precisava dizer.
_O patrão disse que precisam pagar pela cerveja derramada, meus senhores. Jamais pediria isso, mas estou cumprindo ordens.
Gervase olhou em direção da hospedaria que mal haviam deixado e, em seguida, encarou Nicholas, perguntando:
_Conhece o proprietário, Nick?
Nicholas balançou a cabeça em negativa, de modo lento, como se tentasse clarear as idéias.
_Já se passaram quase quatro anos. Não me re¬cordo. Quem é seu patrão, minha querida? - Voltou-se para a jovem de modo interrogativo.

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LUA NASCENTE

Lua Nascente
(Moonrise)
Ana Seymour



Naquela noite, seus destinos mudaram para sempre...
Inglaterra, 1666

Ao jurar combater as injustiças sofridas por seu povo, Sarah Fairfax entrou em um jogo altamente perigoso: torno-se a mais ferrenha inimiga do poderoso lorde Anthony Rutledge, colocando em risco não apenas sua liberdade, mas também seu bem guardado coração!
Lorde Anthony recebeu uma missão do rei da Inglaterra: capturar de qualquer maneira o bandido que vinha aterrorizando os homens ricos de Yorkshire. Ele adorava desafios, mas não esperava encontrar Sarah pela frente – mulher belíssima, que escondia tantos segredos quanto os pântanos das terras do norte...

Prólogo

3 de setembro de 1666

Dos grandes jardins floridos de Vauxhall às ruas barulhentas e movimentadas de Southwark, os londrinos concordavam que aquele ha¬via sido um ano muito estranho no que se referia ao tempo. A cidade estava seca como um deserto. Em vez dos frescos ventos do outono, soprava uma brisa quente que não fazia nada para dissipar o calor. Ao contrário. Servia apenas para aumentá-lo. E, pelo visto, as coisas não iriam mudar tão cedo.
Trancafiada numa pequena cela de pedra, Sarah Fairfax transpirava tanto, que seu vestido de algodão parecia grudar em seu corpo. Pela milésima vez na¬quele dia, olhou para uma bacia vazia em cima da única mesa que havia no recinto. Ah, como seria bom se pudesse tomar um banho fresco...
Um movimento por atrás da janelinha cheia de grades chamou-lhe a atenção. A luz era tão fraca, que mal conseguiu reconhecer o rosto do sentinela... um rosto malévolo que assombrava seus sonhos, todas as noites.
— Diga uma palavrinha só, garota. Um simples "sim" e você terá água fresquinha! Vamos, não custaria nada. Uma moça bonita como você precisa tomar um banho nesse calor!
O homem era caolho. No lugar do olho esquerdo, havia uma grande cicatriz. O direito, porém, brilhava com tanta maldade, que fazia com que o estômago de Sarah se contraísse.
— Não, obrigada — ela respondeu, tentando manter a calma.
Virou as costas e se aproximou de uma outra janela, sua única fonte de luz nos últimos... quantos dias mes¬mo? Ou será que já eram semanas? Ou meses? Tinha perdido a noção do tempo.
No princípio, ela havia pedido velas, cobertas limpas, material para escrever. Os guardas pareciam ansiosos em agradar a bela prisioneira, mas ela logo descobrira que haveria um preço para tamanha generosidade. E, finalmente, parara de pedir fosse lá o que fosse.
Sentia o olhar maldoso do sentinela em suas costas. Seu estômago se contraiu de novo. Ao entrar na Torre, meses atrás, o fizera de cabeça erguida. Parecia pronta para desafiar o mundo. Mas os dias intermináveis na¬quela pequena cela haviam se encarregado de minar sua autoconfiança juntamente com toda sua esperança.
A única coisa que permanecia era o ódio.
Seu pai, se estivesse vivo, certamente iria lhe dizer para desistir dele também. Podia quase ouvir sua voz sonora ecoando dentro daquelas tenebrosas paredes de pedra.
— Minha filha querida, as pessoas precisam fazer as pazes com a humanidade, antes de encontrar a paz com o Criador.
Sarah acreditava que seu irmão Jack conseguira isso antes de morrer. Ele estava tão sereno quando o vira pela última vez, naquela mesma cela... De qualquer modo, talvez ela não tivesse tão bons sentimentos as¬sim. Pretendia levar seu ódio e sua raiva para o tú¬mulo... e ainda além.
Devia passar ligeiramente da uma da tarde. Àquela altura, Sarah já conhecia cada ângulo dos raios do sol que entravam pela pequena janela e podia dizer as horas com precisão. O sentinela havia se afastado. Com certeza fora atormentar outra pobre vítima.
Momentos depois, porém, ouviu-se um barulho na porta. Uma chave foi inserida na fechadura. Sarah deixou escapar um grito. A rotina da prisão era mais regular do que as marés e aquela não era a hora de visitas. O que estaria acontecendo? Será que haviam vindo para...
A porta finalmente se abriu, fazendo ruído no chão de pedra. E um homem entrou. Estava todo vestido de preto. Cor de seus cabelos e também de seus olhos.
— Você! — exclamou Sarah revoltada.
Os olhos pretos a encaravam com curiosidade.
— Surpresa em me ver, meu amor?
Ela fez força para manter a calma. Precisava ser forte.
— Não. Não estou surpresa. Estou desapontada. Pensei que, a uma horas dessas, os holandeses já ti¬vessem feito picadinhos de você.
O homem sorriu e deu um passo à frente.
— Venho me mantendo afastado dessa guerra, que¬rida. Como pode ver, ainda tenho alguns assuntos a tratar no mundo dos vivos
Sarah levantou a cabeça.
— Seja lá que assunto você tenha a tratar, não é nada comigo o que houve entre nos, ja acabou há muito tempo!
— Talvez você esteja enganada...
Aquelas palavras, ditas de um modo tão sensual, fizeram com que o coração de Sarah começasse a bater com mais força. De qualquer forma, era preciso manter o controle a todo preço.
— Por favor, Anthony. Deixe-me em paz. Ele deu mais um passo à frente.
— Sinto muito, querida. Não posso fazer isso.
Tomou-a nos braços e seus lábios encontraram os dela com a inexorável força de um rio buscando o mar. Seus corpos se fundiram e, durante alguns instantes, foi como se ambos desafiassem as leis de um mundo natural para transformarem-se num só ser.
Levou um certo tempo para que ambos registrassem um som irritante vindo da porta. Anthony foi o pri¬meiro a se afastar. Virou-se em direção ao ruído, cu¬rioso e intrigado.
— Fico feliz que esteja se divertindo, senhor. — Era o sentinela que os espiava através das barras da cela. — Mas é melhor se apressar. Só posso deixá-lo ficar aí dentro por mais alguns minutos.
Anthony deu dois passos largos em direção à porta. E, quando falou, o fez com a voz absolutamente calma e pausada.
— Meu bom homem, se eu o pegar espiando de novo por essas grades, vou arrancar seu único olho e jogá-lo aos porcos.
O sentinela engoliu em seco, uma gota de suor escorrendo-lhe pelo rosto.
— Você me entendeu? — perguntou Anthony, sen¬tindo-se quase satisfeito.
O sentinela fez que sim com a cabeça, então desa¬pareceu de vista o quanto antes.
Anthony aproximou-se novamente de Sarah, seus olhos escuros como a noite estavam cheios de preocupação.
— Esse homem aborreceu você, Sarah? Alguém a machucou? Por favor, eu preciso saber...
Ela sentia-se fraca. Meses de confinamento e pouca comida haviam sido mais do que suficientes para aca¬bar com toda a sua energia.
— Posso saber o que veio fazer aqui, Anthony? - Ele levantou a mão e acariciou-lhe os cabelos.
— Vim tirá-la daqui, querida.
Ela deu um riso irônico.
— Caso não tenha esquecido, lorde Rutledge, seu rei tem outros planos para mim. Se os procuradores reais vencerem, vou ter minha cabecinha arrancada de meu corpo.
Anthony Rutledge olhou para seu branco e delicado pescoço.
— Não, Sarah. Isso não vai acontecer. Vamos sair juntos daqui... hoje.
— Ah, sim, mas é claro. Eu, uma prisioneira con¬denada, saindo daqui sem que ninguém me impeça...
— Você são sairia como uma prisioneira condenada.
— Não?
— Não. — Os olhos escuros de Anthony Rutledge ficaram ainda mais escuros. — Sairia daqui como mi¬nha mulher.
Sarah arregalou os olhos, branca como um fantasma.
— Sua mulher!
Anthony fez menção de tomar-lhe a mão, mas ela se esquivou daquele contato. Ele explicou, a voz cheia de carinho e paciência.
— Eu sei que talvez a idéia não seja do seu agrado, mas é o único jeito. Case-se comigo, Sarah. E você poderá sair daqui hoje mesmo, como uma mulher livre.
Ela se afastou dele, encostando-se nas pedras frias da parede. Seus olhos acinzentados ficaram ainda mais brilhantes.
— Eu prefiro apodrecer no meio do inferno!
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SÉRIE LYONSBRIDGE

CH 204- SONHOS A MEIA NOITE - ANA SEYMOUR

MAID OF MIDNIGHT

Um grande segredo e um lindo cavaleiro...
Bridget considerava o Mosteiro de São Gabriel seu lar desde que aparecera ali, misteriosamente, anos antes. Isolada de olhares curiosos, sentia-se feliz em poder retribuir a atenção de seus amáveis protetores. Entretanto, depois de ler as fantásticas fábulas do rei Artur e Guinevere, Bridget começou a sonhar em encontrar um cavaleiro...
Em busca do irmão desaparecido, sir Ranulf Brand decidiu vasculhar o interior da Normandia. Atacado por bandidos e dado como morto, ele acordou no Mosteiro de São Gabriel para deparar-se com a visão de um anjo de cabelos dourados, que cuidava de seus ferimentos à luz de velas. Mas os monges insistiam em dizer que não passava de uma alucinação provocada pela febre. Mas que alucinação era aquela, que o fazia sentir o toque dos lábios daquela bela jovem nos seus?...

Será que o verdadeiro amor pode realmente vencer qualquer barreira?

Inglaterra, 1140.

Lorde Alain, o imponente barão de Hawkswell, sentia-se cada vez mais atraído pela bela e misteriosa jovem inglesa que cuidava de seus filhos. Altiva, sensual e impetuosa, aquela moça de cabelos dourados e intensos olhos azuis não poderia ser apenas uma serva...
Como uma fada das antigas lendas, ela surgira de repente em seu castelo, mudando para sempre sua vida e a de todos que a conheciam! Mas por que ele tinha a impressão de que ela não era quem realmente dizia ser?

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O Amor Não Se Compra - Ana Seymour

Inglaterra, século XII
O Lorde de Lyonsbridge estava aprendendo que as mulheres podiam ser perigosas... Nem o contrato de casamento forçado convenceu lady Alyce de Sherborne a ser subserviente. Ela queria conduzir sua própria vida e somente se entregar ao homem a quem amasse de verdade. Mas, se lhe fosse dada liberdade de escolha, ela aceitaria o sedutor sir Thomas Brand? O galante cavaleiro que havia garantido o resgate do rei levaria também o seu coração?
Ninguém melhor do que Lady Alyce, com sua docura enganosa e beleza pertubadora, para ensinar a sir Thomas uma lição sobre as mulheres. Na verdade, era impossível deixar de render-se aos encantos da linda donzela... e para Thomas Brand não era sacrifício algum tomar conta dela... par sempre!

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CHE 86- UM LORDE IRRESÍSTIVEL

LORD OF LYONSBRIDGE 
Inglaterra, 1130.
Ele era irresistível... Ela era tentadora!
Incumbida de organizar a parte social do castelo, Ellen Wakelin levou a sério seu trabalho. Mas não pôde evitar a companhia de Connor Brand, pois era somente com o misterioso chefe dos cavalariços que conseguia ser ela mesma.
No instante em que descobriu que Ellen estava em seu quarto, Connor percebeu que a nova senhora de Lyonsbridge iria lhe causar problemas. E como antigo governador daquele condado, o senhor de Lyonsbridge, o atual chefe dos cavalariços tinha agora um problema a mais par recuperar sua herança... porque a beldade de cabelos castanhos o distraía de seu objetivo.
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terça-feira, 20 de maio de 2014

O ANJO DO LAGO

O Anjo do Lago - Ana Seymour

Clássicos Históricos 9

Perdidos nas águas revoltas
Foi um verdadeiro milagre Josh Lyman ter sobrevivido ao naufrágio do S.S. Atlantic no imenso e traiçoeiro lago Eire! Na tragédia morreu sua jovem e frágil esposa, mas ele conseguiu salvar uma imigrante norueguesa — feito que enchia Josh de culpa cada vez que fitava com ternura os confiantes olhos azuis de Kari Aslaksdatter…
Durante o desastre, Kari sofreu um golpe na cabeça e perdeu a memória. No entanto, em seu íntimo sabia que jamais havia conhecido um homem como o americano alto e moreno que salvara sua vida. Só não suspeitava que Josh Lyman se tornaria seu maior desafio na nova pátria…

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Nos Braços do Destino
Frontier Bride
Ana Seymour
Coleção Classicos Historicos, nº 88
Série
Romances Nova Cultural, 1996


Ela se entregou de corpo e alma a um lindo sonho de amor... Ohio, 1700. Selvagem e fascinante como as fronteiras do Oeste, o capitão Ethan Reed marcou o coração de Hannah Forrester com o fogo da paixão. E, quando ele a guiou por terras repletas de maravilhas, Hannah soube que seu destino estava irremediavelmente traçado : iria ficar ao lado desse aventureiro para toda a vida!



segunda-feira, 25 de junho de 2012


O Anjo do Lago
Angel of the Lake
Ana Seymour
Coleção Classicos Historicos, nº 9
Série
Romances Nova Cultural, 1993
Perdidos nas águas revoltas Foi um verdadeiro milagre Josh Lyman ter sobrevivido ao naufrágio do S.S. Atlantic no imenso e traiçoeiro lago Eire! Na tragédia morreu sua jovem e frágil esposa, mas ele conseguiu salvar uma imigrante norueguesa feito que enchia Josh de culpa cada vez que fitava com ternura os confiantes olhos azuis de Kari Aslaksdatter. Durante o desastre, Kari sofreu um golpe na cabeça e perdeu a memória. No entanto, em seu íntimo sabia que jamais havia conhecido um homem como o americano alto e moreno que salvara sua vida. Só não suspeitava que Josh Lyman se tornaria seu maior desafio na nova pátria. Ah, minha pequena viking, não chore. Josh não foi capaz de conter-se. Com duas passadas largas, deu a volta à mesa da biblioteca, ergueu Kari da cadeira e tomou-a nos braços. Não chore, ele repetiu e encostou de leve os lábios nos dela. Foi um beijo suave, leve como uma pluma, mas foi o bastante. Josh sentiu o corpo incendiar-se de desejo.