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terça-feira, 5 de março de 2013

Tortura de amor


Tortura de amor
A trial marriage
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 124
Série
Romances Editora Abril, 1977

Rachel tinha apenas dezoitos anos de idade e uma certeza muito grande: ela amaa Jake Courtenay. Pouco lhe importava que ele fosse vinte e dois anos mais velho, que carregasse nas costas um casamento fracassado e que sua saúde estivesse abalado por uma estafa. Ela o queria e aceitou casar-se com ele em duas semanas. Orgulhosa da atração e da paixão física que sentia por seu marido, Rachel ofereceu-lhe seu corpo e pediu a Jake que a amasse. Mas ele disse que não, que tinham que esperar. O que significava aquilo? Então era verdade que Jake tinha casado com ela só para fazer ciúmes à primeira nulher?

LIVRO MARAVILHOSO!!!


domingo, 10 de fevereiro de 2013

PARA TODA VIDA

                                                             Para Toda A Vida
All Night Long
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 1176
Série Passion
Romances Nova Cultural, 2001
Alline Sloan nunca imaginara que depois de tantos anos de casamento e de uma separação traumática, se interessaria outra vez por um homem. Muito menos por uma homem completamente estranho para ela e dez anos mais jovem! Alline ficou lisonjeada com o interesse do jovem e atraente Raul Ramirez. Mais que isso ... Ficou completamente apaixonada, como nunca se sentira na vida, nem mesmo pelo homem com quem fora casada e que era o pai de seus filhos! Mas as coisas não eram assim tão simples. Ao mesmo tempo que aquele louco amor preenchia o vazio de sua vida, o fato de Raul ser mais jovem a incomodava. e um problema bem mais sério a aguardava, sob o escaldante sol do Caribe.?
                                                                               BAIXAR

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

UMA PROVA DE AMOR


Uma prova de amor
The Sanchez Tradition
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 56
Série
Romances Editora Abril, 1977
Raquel tinha abandonado seu marido há cinco anos, por não poder suportar mais a atmosfera irrespirável que envolveu seu casamento. O amor possessivo de André tinha afogado sua individualidade. E não foi sem relutância que se decidiu a procurá-lo, depois de tanto tempo. Não tinha mais a quem recorrer e o amor a seu pai justificava até mesmo essa humilhação. Armou-se de toda coragem e foi ao encontro dele, nas Bahamas, onde os Sánchez tinham concentrado o comando dos seus negócios. Percebendo sua fraqueza, André tentou subjugá-la. 0 que ele pretendia agora? Vingar sua vaidade ofendida ou, simplesmente, provar seu amor?
OGRÍSSIMO !!!!!!!!!!!!!!

domingo, 21 de outubro de 2012

DOCE DESEJO DE AMAR


 Doce desejo de amar
The Pregnancy Affair
Anne Mather
Coleção Jessica, nº 82
Série Queens of Romance
Romances Harlequin, 2007
A última pessoa que Olivia esperava ver ao retornar a sua cidade natal era seu ex-marido, Joel Armstrong. Sua separação havia sido rápida, mas as cicatrizes permaneciam. O desejo ainda os atormentava, mas como poderiam ceder a ele quando sua paixão fora a causa de tanta infelicidade no passado?

Irresistível Atração

Irresistível AtraçãodeAnne MatherIrresistível Atração
Bedded for the Italian's Pleasure
Anne Mather
Coleção Jessica, nº 77
Série Queens of Romance
Romances Harlequin, 2008
Quando Juliet encontra Raphael Marchese, um belo e taciturno italiano, nasce uma atração instantânea e perigosa. No entanto, Rafe a toma por uma alpinista social! Contudo, a paixão entre eles é mais forte que a razão, e Raphael percebe que, mesmo jamais podendo tê-la para si, ainda pode desfrutar os prazeres de seu corpo.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A RECONQUISTA


A Reconquista
Jack Riordan's Baby
Anne Mather
Coleção Jessica, nº 44
Série Wedlocked!
Romances Harlequin, 2006
Jack Riordan era tudo o que se espera encontrar em um homem. Por isso, precisava de uma mulher à altura! No entanto, Rachel tinha seus receios: ela e o marido tinham se distanciado após várias tentativas frustradas de ter um bebê. Mas Rachel estava determinada a reconquistá-lo. Se conseguisse seduzi-lo, talvez enfim concebesse o filho que Jack tanto desejava...



UMA NOVA CHANCE



UMA NOVA CHANCE
THE VIRGIN' S SEDUCTION
Anne Mather


Coleção Jessica, nº 33
Série Foreign Affairs
Romances Harlequin, 2006


Eve Robertson tem uma vida pacata em um vilarejo distante e quer esquecer seu passado turbulento. No entanto, sua estabilidade é ameaçada pela chegada de Jake Romero, um moreno alto e perigoso. O toque de Jake provoca em Eve a vontade de ter mais, porém ela possui segredos que a impedem de ir adiante. Mas por quanto tempo Eve poderá resistir à intensa e exótica sedução de Jake?


Ele não sabia quem era o mais surpreso, se ele ou ela. Droga, ela passou os últimos 15 minutos explicando que não gosta de ser tocada. Mas logo que seus dedos encostaram naquela pele macia e quente, qualquer dúvida sobre a sensatez do que estava fazendo desapareceu.
— Não — ela disse. As palavras rasgaram seus lábios e ele pensou como era inútil o protesto. Na ansiedade de evitá-lo, seu peito arfava, e os bicos de seus seios estavam claramente visíveis por baixo da camiseta. Ela estava irresistível, pensou. Irresistível e disponível. Cansado de bancar o herói, ele a beijou.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

VERÃO DE AMOR ANNE MATHER


 Verão de amordeAnne MatherVerão de amor
Stolen summer
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 400
Série
Romances Nova Cultural, 1985
Em frente ao espelho do quarto, Shelley se preparava para conhecer a noiva de Benedict, o homem que a havia seduzido com seu olhar de fogo e sua beleza máscula. Estava linda, com seu vestido de seda azul e os cabelos loiros presos no alto da cabeça, como convinha a uma mulher madura. Pronta para enfrentar a adolescente que conquistara o único homem que ela desejava. Só não sabia se conseguiria esconder dos dois a paixão que lhe queimava o peito e incendiava os sentidos


Poderia ser mais do que paixão?

_Você ainda é a mulher mais linda que eu já vi - disse Ben Shelley. Ela  admitia que estivesse mais que lisonjeada pelo seu interesse por ela. Mas como ela poderia levá-lo a sério?
Ben não poderia amá-la. Ela era cinco anos mais velha que ele, uma amiga da família dele, pelo amor de Deus! Ben estava simplesmente satisfazendo uma fantasia de quando ele tinha dezoito anos e esteve apaixonado por Shelley. E ele estava arruinando o seu envolvimento no processo.
Os nervos de Shelley estavam prontos de se  descontrolar. Por tudo motivos, ela teria que fazer a coisa certa...




sábado, 8 de setembro de 2012

ESCRAVA DO DESEJO ANNE MATHER


Escrava do desejo
Sandstorm
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 149
Série
Romances Editora Abril, 1980
O casamento de Gaby com o príncipe Rachid parecia um conto de fadas... mas estava bem longe disso. Na verdade, era um tormento desde que Gaby descobriu que Rachid tinha uma amante e um filho bastardo. E ela, a esposa, não havia conseguido ainda dar ao príncipe o herdeiro que todos esperavam. Traída e humilhada, Gaby fugiu de volta para a Inglaterra. Mas Rachid, um árabe que não admitia perder, encontrou-a, fazendo renascer nela uma sensualidade tão ardente, que todas as suas decisões se enfraqueceram. E agora? Como voltar para aquele casamento em ruínas, sustentado apenas por uma estranha atração sexual?


CAPÍTULO I
Gaby escondeu-se atrás da porta da cozinha, as mãos sobre o rosto. A última coisa que desejava era chamar a atenção sobre si e, pelo menos na cozinha, ninguém iria vê-la.
Com a boca seca, afastou-se da porta, feliz pelo pessoal do bufe já ter ido embora. Seria muito estranho ter de explicar sua vinda à cozinha, mas por sorte não havia ninguém para testemunhar o que sentia. Deus, como poderia ter imaginado que Rachid apareceria ali, na festa de Liz, se ela nem sabia que ele estava em Londres?
Respirando fundo, tentou se acalmar. Sentia-se ridícula agindo desta maneira. Afinal, não era mais uma criança. Devia ser capaz de enfrentar qualquer situação, inclusive esse reencontro com o marido que não via há quase um ano e meio. Já não era mais aquela bobinha inocente de quando se conheceram. Mordendo o lábio, pensou na possibilidade de Liz saber que Rachid viria. Liz conhecia todo mundo, e seu trabalho como jornalista lhe dava a oportunidade de saber o que a maioria das pessoas importantes estaria fazendo. Era impossível que não soubesse que o filho de um famoso príncipe árabe estava em Londres.
Gaby sabia que fatalmente se encontraria com Rachid mais cedo ou mais tarde, se não socialmente pelo menos através do trabalho, pois, desde que reassumira o posto de secretária de Brad, seu trabalho a punha em contato permanente com os grandes potentados do petróleo. Aliás, tinha sido como secretária de Brad que conhecera Rachid.
Mas Liz! Ela e Liz eram amigas desde os tempos do colégio. Liz sabia que ela não desejava reencontrar o marido, pelo menos agora. Estava arrependida de ter atendido aos pedidos insistentes de seu pai para que voltasse à Inglaterra. Se não fosse por ele, ainda estaria trabalhando em
Nova York.
Mesmo assim, será que esse encontro não aconteceria em Nova York? Afinal, Rachid era um homem moderno que não se deixava dominar pelos preconceitos de seus avós. Parecia um europeu e se vestia como tal. Viajava pelo mundo inteiro cuidando dos negócios do pai. Só mesmo em casa usava os costumes orientais.
Talvez fosse menos provável encontrar Rachid em Nova York. O seu trabalho lá não lhe oferecia as mesmas oportunidades que tinha como secretária de Brad e, além do mais, Rachid não sabia que ela estava lá. Toda a correspondência trocada entre eles era por intermédio de seu pai em Londres, que tinha ordens de não dar o endereço dela a ninguém, sem
consultá-la antes.
A porta se abriu e ela virou-se, apreensiva, temendo que Rachid a tivesse encontrado. Mas era Liz Forster.
—  Não precisa me falar — disse Liz. — Já sei que você o viu! É por isso que está se escondendo aqui?
—  Não estou me escondendo, só estou tentando entender por que você fez isso.
—  Você está chateada? — perguntou Liz de cabeça baixa.
—  E você esperava uma reação diferente?
—  Acho que não.
—  Liz, você deveria saber como eu reagiria. Foi por isso que não me contou, não foi? Deixou-me fazendo papel de idiota quando Damon entrou com ele.
—  Ele a viu?
—  Não... eu acho que não. Nunca se pode ter certeza com Rachid. Parece que ele tem olhos de águia!
—  Sinto muito, Gaby, mas fui forçada a fazer isso — disse Liz, enrubescida.
—  Por quê? Por que? — Gaby não conseguia entender. — Você poderia ao menos ter me avisado.
—  Se a avisasse, você não viria. E, afinal, que diferença faz? Você acabaria mesmo se encontrando com ele de novo, não é? Mesmo que fosse no tribunal, para consumar o divórcio.
—  Ora, então você não sabe que os muçulmanos não precisam de nada oficial? Tudo o que Rachid precisa fazer é dizer as palavras de repúdio para voltar a ser um homem livre. E ele nem precisa disso. Tem direito a ter cinco esposas.
—  Gaby, pelo que você me contou, Rachid é cristão...
—  Ah, é? — disse Gaby, afastando-se de Liz. — Se você não se importa, eu gostaria de ir embora, assim que for possível. Traz meu casaco? Está no quarto. Vou sair pelos fundos...
—  Fale com ele, pelo menos — pediu Liz. — O que é que tem? Não está com medo dele, está? Meu Deus, vocês estiveram casados quase três anos! Será que isto não dá a ele o direito a cinco minutinhos?
—  Rachid não tem direito a nada de mim, nada — respondeu Gaby, furiosa. — Não sei que tipo de chantagem ele usou com você para que o convidasse...
—  Damon perguntou se podia trazer um amigo — respondeu Liz, meio sem jeito. — Como poderia saber...
—  Quer dizer que não sabia? — perguntou Gaby, sem acreditar.
—- Está bem, está bem. Damon disse quem era. Mas não sabia que você ia ter um ataque histérico por causa disso.
—  Por favor, pode me trazer o casaco?
—  Gaby, por favor... — implorou Liz.
—  Não posso ficar aqui — disse com firmeza. — Não estou histérica e nem com medo de rever Rachid. Só não queria... falar com ele.
—  Damon vai ficar furioso — disse Liz, sacudindo a cabeça.
—  Como? Damon... — Gaby estava confusa.
—  Sim... Se quer mesmo saber, ele me pediu para dar esta festa e convidá-la. Rachid...
—  Quer dizer que Rachíd planejou tudo? — perguntou, com raiva. — Liz, como você pôde colaborar com ele?
—  Não tinha outra escolha, não é? — disse Liz, com um sorriso sem graça. — Damon é meu patrão!
—Não adianta, Liz, não vou colaborar!
—  Está bem, está bem — concordou a amiga, levantando as mãos. — Ninguém pode forçá-la.

UM DOS MELHORES LIVROS DA ANNE MATHER !


quarta-feira, 5 de setembro de 2012


Sublime Obsessão
Innocent Obsession
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 224
Série
Romances Editora Abril, 1981

Orgulho e ambição impediram a irmã de Sylvie de ir com o marido e o filho para a Grécia. Condoída com o abandono do sobrinho, Sylvie largou tudo e foi morar com Leon, seu cunhado, para cuidar da criança. Em lugar de reconhecimento por sua boa ação, ela ganhou desdém, hostilidade e cínicas acusações de Andreas Petronides, o belo e hipócrita irmão de Leon. Com estudada perversidade, ele insinuava que Sylvie tinha um romance secreto com o cunhado. Agravando essa humilhação, ela se apaixonou por seu algoz. Numa obsessão sublime e doentia, desejava escutar palavras de amor de seus lábios, não mais agressões cheias de ódio, ciúme e desprezo.

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HERANÇA DO PASSADO ANNE MATHER


Herança do Passado
Legacy of The past
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 241
Série
Romances Editora Abril, 1974
Herança do PassadodeAnne Mather
Quando aquele italiano moreno, de olhos azuis, derrubou Madeleine da moto com seu carrão, ela ficou uma fera. Não podia imaginar que daquele acidente banal iria nascer um grande amor! Tudo foi rápido, inesperado. Eles se apaixonaram perdidamente: Nicholas Vitale, riquíssimo industrial, e Madeleine, jovem viúva que ansiava por um pouco de felicidade. E a felicidade estava ao alcance de suas mãos. Mas Diana, a filha adolescente de Madeleine, pôs tudo a perder! Ela não admitia que a mãe pudesse casar com outro homem. Seria uma afronta à memória do pai... Madeleine amava Nicholas, mas não queria magoar Diana. Haveria uma solução?

domingo, 2 de setembro de 2012


Sombras do passado
No Gentle Possession
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 62
Série
Romances Editora Abril, 1973
Sombras do passadodeAnne MatherSete anos atras, Karen tinha se apaixonado por Alexis Whitney, um milionário muito atraente. Mas foi um namoro rápido, que acabou de maneira triste e foi esquecido. Agora, mais madura, Karen estava comprometida com Ray Nicholas. Sua vida tinha mudado muito e ela estava pronta para se casar com Ray em pouco tempo, na maior tranquilida de. Inesperadamente, Alexis entrou novamente em sua vida e Karen percebeu que ainda se sentia muito atraí da por ele. Mas, se Alexis não tinha resolvido casar com ela sete anos antes, por que casaria agora? E como ficaria o interesse que ele sempre demonstrou pela madrasta, uma mulher jovem e linda?


 O desafio
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 105
Série
Romances Editora Abril, 1973
Tamsyn não tinha a menor vontade de ir para o País de Gales visitar o pai, que ela mal conhecia, até que chegou lá e conheceu Hywel Benedict, um escritor amigo de seu pai. No início, teve sérios atritos com ele, mas logo suas emoções se transformaram numa paixão profunda e violenta que dominou completamente seu coração. Mas, o que podia uma jovem de 17 anos fazer para provar ao pai, à família, e principalmente a Hywel, que tinha 40 anos de idade, que seu amor por ele não era uma ilusão passageira? E como saber se Hywel a queria de verdade? Tamsyn só ia descobrir se pagasse para ver. E foi isso oque ela fez..
AMEI ESSE LIVRO !!!!!!!!!!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

O Irmão de Seu Marido


Anne Mather - O Irmão de Seu Marido



O preço da sedução:

Era possível Cassandra ter um filho, mesmo que ela ficasse casada por menos de 24 horas? O irmão de Enrique Montoya foi pego de surpresa.
Ele não podia esquecer que ele tentou impedir o casamento de curta duração entre Cassandra e seu irmão para seduzi-la para ele mesmo.

CAPÍTULO 1

Tinha chovido durante a noite e, quando Enrique veio à varanda, às seis da manhã, a brisa fê-lo estremecer. Era demasiado cedo para que o sol aquecesse.
Deveria estar ainda na cama, ou na cama de Sara, como a ela teria agradado, em vez de estar ali, às voltas com um assunto que só lhe causava amargura.
Tocou de leve o parapeito com os seus dedos longos. Deveria estar mais calor do que em Londres, pensou, sem se dar conta de que aí estava nublado e chovia mesmo que fosse Junho. Tinha-se sentido feliz ao apanhar o avião para voltar a casa, na Andaluzia.
Apenas para encontrar aquela carta...
Carregou-lhe o semblante. Não queria pensar mais naquilo. Estava a deixar que a ira lhe obscurecesse o bom senso. Enfurecia-o pensar que, se o seu pai não tivesse estado tão doente, ele próprio teria lido a carta. Tal não tinha acontecido porque Júlio de Montoya estava no hospital, em Sevilha, e a missiva tinha ficado por abrir em cima da sua secretária até Enrique a ter encontrado.
Deixou o olhar recair sobre a buganvília que, do solo, trepava pela fachada da casa. Enrique sempre havia pensado que o seu lar era o mais belo lugar da terra, mas naquela manhã era-lhe difícil afastar da mente todos os sentimentos desencontrados que lhe produzia a carta que jazia no chão, ao lado da cama. Entrou no seu quarto e nem sequer a olhou. Tinha-a lido pela enésima vez às três da madrugada, mas sentiu a tentação de apanhá-la do chão e lê-la de novo. No entanto, despiu-se e entrou no banho.
Tomou um duche frio para desanuviar a mente. Quando terminou, secou-se, pôs uma toalha em volta dos quadris e olhou-se ao espelho. A barba tinha-lhe crescido ligeiramente durante a noite e conferia-lhe uma expressão dura, pensou tristemente, enquanto passava a mão pelo queixo.
Tinha cabelo e olhos negros e a pele macilenta. Os seus traços eram muito vincados. A falta de sono havia-lhe acentuado as olheiras, e mesmo que muitas mulheres o achassem atraente, ele não considerava agradável aquele rosto hostil. Ainda que soubesse que aquilo era consequência do excesso de trabalho.
Tinha chegado de Londres na madrugada do dia anterior e passado toda a amanhã em reuniões esgotantes. Depois, Sara tinha querido que passassem a tarde juntos e continuar a desfrutar da sua companhia durante a noite. Ele declinara o convite, deixando-a desgostosa. No fim, tinha-se deitado depois das duas e não tinha conseguido dormir. Franziu o cenho quando se recordou que tinha de enfrentar o conteúdo daquele papel.
E rapidamente. Antes que o seu pai saísse do hospital e voltasse a casa, dali a uns dias. A sua mãe tinha-lhe contado por telefone que a operação havia sido um êxito e que, com os cuidados adequados e um pouco de sorte, Júlio de Montoya teria vários anos de vida normal à sua frente. Se não acontecesse nada de prejudicial que dificultasse a sua recuperação.
Enrique cerrou os dentes. Espalhou espuma pelo rosto e pegou na lâmina de barbear. Diabo! Que pretenderia aquela bruxa? E quem seria a criança que tinha escrito aquela mensagem, se é que realmente tinha sido uma criança? Não podia ser filho de António. Cassandra devia ter inventado a história toda. Resvalou-lhe a mão e a lâmina deslizou pela maçã do rosto, fazendo-lhe um corte. Soltou uma imprecação e limpou o sangue com uma toalha. Em seguida, enxaguou a cara com água fria e esperou que a ferida fechasse. O que lhe estaria a acontecer para que tudo aquilo lhe causasse tanta dor? Tinha que se controlar e depressa. Tinha-o conseguido outrora e consegui-lo-ia também naquele momento. Não tinha intenção alguma de permitir que aquela mulher lhe destroçasse a vida uma vez mais. Era a viúva de António, mas não mantinha relações com a família. Em absoluto.
Quando o corte deixou de sangrar, vestiu umas calças de algodão e uma camisa preta, calçou uns sapatos e penteou o cabelo úmido. Depois, apesar da resistência que sentia, apanhou a carta do chão e leu-a de novo.
Possivelmente, Cassandra tinha usado a mão esquerda para escrevê-la. Desse modo se explicaria a letra infantil. Adivinhava-se o esforço empregue para formar as letras. Poderia ter sido escrita por um menino de nove anos, mas uma vez que Enrique não aceitava o conteúdo da carta, tampouco aceitava a sua autenticidade.
Teve a tentação de rasgá-la em mil pedaços, mas não o fez. Não conseguia fazê-lo. Ainda que a morte prematura do seu irmão António tornasse impossível a existência de um sobrinho, Enrique experimentava uma espécie de curiosidade doentia a respeito do que haveria no fundo daquele assunto.
Até o papel da carta o ofendia. Era uma folha de linhas. Parecia que a tinham arrancado de um caderno de uma criança para dar a impressão de inocência.
Querido avô:
Tu não me conheces e a mamã diz que não queres, mas eu não acredito. Gostava que fôssemos amigos e por isso consegui que a mamã me levasse de férias a Espanha este ano. Chegaremos a doze de Junho e ficaremos em Punta del Lobo, na Pensão del Mar. Sei que fica na costa, mas não sei se está muito longe de Tuarega, mas de qualquer modo, poderias vir visitar-nos. Tenho a certeza de que a mamã gostaria de ver-te, mesmo que diga que não. Muitos beijos do teu neto, David de Montoya.
Enrique apertou os maxilares. Como é que se atrevera a dar ao filho o nome da sua família? Se é que existia realmente uma criança. Se existia, tinha de ser um filho ilegítimo que teria nascido depois da morte de António. E Enrique sabia que...
Aquele era um caminho por onde não ia aventurar-se. O que soubera ou não sobre Cassandra não era importante. A sua única preocupação era que o seu pai não chegasse a ver a carta, que não sofresse a dor de saber que uma vez mais Cassandra Scott de Montoya estava a tentar conseguir alguma coisa da sua família.
Amassou a folha e apertou a bola de papel com força. Não queria vê-la, mas tinha a sensação que, fizesse o que fizesse, não conseguiria esquecer o seu conteúdo. Esteve quase a atirá-la para o cesto dos papéis, mas pensou que alguém pudesse ter curiosidade de saber que papel era aquele e o lesse, pelo que o alisou e guardou entre as páginas da sua agenda. Aí, ninguém o encontraria.
No entanto, não tinha resolvido ainda o problema, pensou enquanto tomava café no terraço. Normalmente, aquela era a hora a que revia o trabalho que tinha feito no dia anterior e consultava os relatórios dos encarregados e dos capatazes. Era o substituto do seu pai e tinha sido recentemente nomeado director geral das empresas da família Montoya. Tomava muito a sério as suas responsabilidades, mas naquele dia não podia concentrar-se... Sabia que era quinze de Junho e que Cassandra, e possivelmente o seu filho, estariam a apenas sessenta quilómetros, em Punta del Lobo. Tal pensamento enfurecia-o. Perguntava a si mesmo se a criança já teria descoberto a que distância estava de Tuarega. Atrever-se-ia Cassandra a ir à herdade?


Vento do deserto


Sírocco
Anne Mather
Coleção Sabrina Edicao de Ferias, nº 10
Série
Romances Editora Abril, 1983
Vento do deserto deAnne MatherUm pequeno incidente a fez conhecer o homem que seria seu destino...

 CAPÍTULO 1
No momento em que ia fechar a porta, o homem moveu-se, caiu para fora e quase a derrubou. Mas ela era ágil e forte e conseguiu empurrá-lo de volta para o banco do carro. O movimento, entretanto, acordou-o e, antes que ela pudesse se afastar, o desconhecido a agarrou com força pelo pulso.
— Bon sangl — o homem falou em voz baixa, confirmando a impressão de Rachel de que fosse estrangeiro. — Qu'est-ce que vous êtes en train de faire?
Tentando inutilmente libertar-se, Rachel percebeu que ele poderia tomá-la por uma ladra.
— Eu apenas tentei impedir que você caísse do carro — explicou, um pouco insegura. — Abri a porta porque imaginei que você estivesse doente e precisando de ajuda.
— Doente? — perguntou ele em inglês, mas com um ligeiro sotaque. — Por que eu estaria doente? — Seus olhos irônicos observavam Rachel. — Você costuma abrir a porta do carro de estranhos?
— É claro que não — ela falou, cada vez mais embaraçada diante daquele olhar. — Você estava caído sobre o volante. Eu fiquei.. . preocupada.
— A boa samaritana.
— Pode me chamar do que quiser. Agora, deixe-me ir, sim? Já é tarde e tenho que trabalhar amanhã.
Ele hesitou, mas, com um gesto cansado, libertou o braço dela. Aborrecida e com a sensação de que seu interesse fora um pouco sem propósito, Rachel dirigiu-se para o seu carro. Mas parou a um chamado dele.
— Espere.
O homem estava em pé, encostado no carro e Rachel notou como ele era alto e elegante.
— Qual é o seu nome? — perguntou ele. — Se não fosse você, eu não teria acordado e seria embaraçoso se me encontrassem assim.
— Você bebeu demais. E teve sorte por ter sido eu que o acordei e não um policial.
— É isso o que você pensa? — Andou na direção dela. — Então, você acha que bebi demais?
— Achei uma garrafa. — Enquanto falava, Rachel calculava a distância que a separava de seu carro. Talvez precisasse correr até lá.
— Você ainda não me disse o seu nome —- falou ele.
— Rachel Fleming — respondeu, irritada pelo desconhecido ter ignorado o que ela dissera. — Boa noite. — E dirigiu-se para o carro.
— Um momento. .. — Mais uma vez ele conseguiu detê-la. Rachel o olhou friamente, embora seu coração batesse descompassado. — Eu gostaria de explicar. . .
— Não é necessário.
— Acho que é. Eu não estava inconsciente como você pensou e aquela garrafa não era minha.
— Realmente? Você quer dizer que não bebeu?
— Isso mesmo. No avião, bebi apenas um pouco de vinho.
— No avião?
— Acabo de chegar de Nova York e a viagem demorou quase vinte e quatro horas. Por isso estava cansado.
Rachel poderia ter dito que uma viagem de Nova York a Londres não levava tanto tempo. Mas preferiu ficar calada, pois aquele homem não tinha obrigação de lhe explicar nada.
— Bem, parece que me enganei. Sinto muito — disse ela, procurando sorrir.
— Não se desculpe. Você fez o que achou melhor. Se eu estivesse inconsciente, a sua ajuda teria sido muito valiosa.
— Não pense mais nisso. — Estava ansiosa para entrar no seu carro, onde teria segurança. — Bem, preciso ir.
— Gostaria de acompanhá-la — falou o homem, andando ao lado dela e segurando-a, mais uma vez. — Pode me acreditar, não estou embriagado. Você está em segurança comigo.
"Estarei mesmo?", perguntou Rachel a si mesma. Alguma coisa dentro dela dizia que aquele homem, tão atraente e sensual, significava problemas. Roger e ela estavam noivos e, embora tivessem discutido, não iria se deixar envolver pelo magnetismo daquele estranho.
— Obrigada, mas o meu carro está aqui. — Determinada; afas-lou-se dele e dirigiu-se para o automóvel. — Não preciso de companhia. Boa noite!

Um homem casado
Come running
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 207
Série
Romances Editora Abril, 1976
Os convidados riam, felizes, na festa de casamento. Apenas Elisa estava triste, com o coração apertado, sozinha num canto da casa, lutando para não chorar. E foi então que ele apareceu... Bastou um olhar para saber que aquele era o homem de sua vida, o homem que poderia levá-la ãs delícias do amor, ou deixá-la cair no poço do mais profundo desespero. Ele se aproximou, sorriu e tomou-a nos braços. Os beijos, as carícias, as promessas enlouqueceriam qualquer mulher! Mas Elisa não podia se entregar a essa doida paixão. Não podia, porque Matthew, o amor de sua vida, era casado!

A Farsa de Um Amor
Tidewater Seduction
Anne Mather
Coleção Sabrina Especial, nº 25
Série
Romances Nova Cultural, 1993
A Farsa de Um AmordeAnne Mather
Joana amara Cole Macallister com uma paixão devastadora. E acreditava que o sentimento dele fosse tão intenso quanto o seu. Mas o casamento desfez-se em meio a uma trama de suspeitas e acusações. Agora Cole voltara, e queria Jaona de volta. Para ela, porém, o que existira entre eles , no passado, fora definitivamente destruído...

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domingo, 26 de agosto de 2012


Na voragem da paixão
Valley Deep,Moutain High
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 63
Série
Romances Editora Abril, 0000
Na voragem da paixãodeAnne MatherAndrea, uma jovem milionária, estava passando as férias em uma estação de esportes de inverno, na Áustria, quando conheceu o barão Axel von Mahlimm. Ele era muito atraente, mas Andrea não alimentava a menor ilusão a respeito do tipo de homem que tinha diante de si: um caça dotes, nada mais do que isso. Andrea jurou a si mesma que não lhe daria uma menor oportunidade de pôr as mãos em seu dinheiro e planejou uma maneira eficiente de dar-lhe uma lição, trocando de identidade com sua prima, uma jovem desprovida de fortuna e atrativos. Ficou de lado, vendo Axel agir. Ele, porém, alterou todas as regras do jogo, de modo inesperado e perturbador.


Ambição de mulher
Burning Inheritance
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 504
Série
Romances Nova Cultural, 1987
Ambição de mulherdeAnne Mather
"Não, Alex! Não podemos trair Chris!" Como se não a tivesse ouvido, Alex procurou-lhe os lábios. Isabel ainda tentou afastá-lo, mas aos poucos foi cedendo, até se render por completo. Alex tinha perdido o senso dos limites. Nada mais o deteria. Apenas a sensação do proibido permanecia, excitando-o ainda mais. Como Isabel podia amar Chris, se correspondia tão ardentemente aos beijos de Alex e suspirava de desejo quando suas carícias se tornavam mais e mais íntimas?
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sábado, 25 de agosto de 2012

A ILHA DAS ORQUÍDEAS

Night Heat
Anne Mather
Coleção Sabrina, nº 493
Série
Romances Nova Cultural, 1987
´Você me quer, Sara, do mesmo jeito que eu a quero. Dizendo isso, Lincoln apertou-a nos braços, esquecido de que não a chamara ao quarto para fazer amor com ela. Agora sabia que precisava dela como do ar que respirava, desejava-a com loucura. Mas aquela mulher delicada e linda parecia ceder apenas a um impulso dos sentidos. Estaria ela apaixonada por outro homem? Pouco importava, agora ela era sua e de mais ninguém!

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